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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fique atento ao câncer de mama saiba como se prevenir



O câncer de mama é uma doença muito temida pelas mulheres, pois seus efeitos afetam diretamente o psicológico, comprometendo a vida sexual e também física de muitas. Embora o câncer de mama seja muito abordado pela mídia, sua incidência cresce assustadoramente a cada ano, sendo uma das principais causas de morte entre as mulheres.Embora seja um dos tumores mais temidos, o câncer de mama quando descoberto em fase inicial tem cura, sendo que o maior método de prevenção está no autoexame das mamas.É preciso estar atenta, pois o câncer de mama raramente apresenta sintomas dolorosos, como é silencioso uma das formas de diagnóstico precoce está no autoexame, pois dessa forma é possível identificar nódulos ou alterações na mama.Infelizmente nenhuma mulher está imune ao câncer, por isso não se engane acreditando que somente quem tem herança genética está mais predisposta ao câncer, claro, que pessoas com histórico familiar de câncer de mama devem redobrar os cuidados com relação à prevenção, porém todas nós devemos manter os cuidados com a prevenção.Outro grande aliado ao combate de câncer de mama é o exame de mamografia, que assim como o Papanicolau deve ser feito uma vez por ano, que em conjunto ao autoexame, torna-se o principal meio de diagnóstico da doença. Mulheres com históricos familiares de câncer de mama devem iniciar a mamografia aos 25 anos de idade, fora esses casos, a mamografia deve integrar a rotina de prevenção feminina a partir dos 40 anos. Importante também manter uma rotina médica regular, para que o médico possa realizar outros exames clínicos.Sentimentos negativos com depressão, tristeza ou estresse não causam câncer, pois o tumor não tem relação com sentimentos e sim a questões genéticas. Já as mulheres que se encontram acima do peso, devem manter os cuidados redobrados, pois são mais propensas a desenvolverem o câncer de mama.Embora a doença assuste, vale ressaltar que o câncer de mama é tratável e o seu principal sintoma são nódulos que aparecem no seio ou entre a região das axilas, geralmente são indolores e que podem crescer rapidamente ou lentamente, caso você note algum nódulo, não se desespere, pois nem todos os nódulos significam câncer, porém procure um médico de sua confiança para um diagnóstico mais preciso, pois todo nódulo deve ser avaliado e nunca ignorado.Lembrando que o câncer de mama quando diagnosticado no início pode ser revertido com muito mais chances de cura e mesmo quando identificados em estágios mais avançados são possíveis de ser tratados, pois as várias formas de tratamentos possibilitam as mulheres afetas mais qualidades de vida e esperanças de cura.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Televisão é uma das causas da obesidade infantil

O cenário é assustador: 15% das crianças já são consideradas obesas. Por trás desse cenário da pesada, os vilões de sempre: os péssimos hábitos alimentares e a falta de atividade física. Só para citar um exemplo, um pacote de bolacha na hora do lanche equivale a uma refeição completa em calorias. Esses pequenos carregam, junto com o excesso de peso, todos os riscos do mal. Além de terem a auto-estima abalada e serem vítimas de vários rótulos, estão mais propensos a problemas ortopédicos, infecções respiratórias e de pele e de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado. Além disso, essas crianças têm mais chance de se tornarem adultos obesos. Quando os quilos a mais são na fase escolar, a chance é de 30%, mas se ela entra na adolescência acima do peso, o risco dispara para 50%. A obesidade infantil é a que mais inquieta pois é indício de um futuro preocupante , alerta o endocrinologista Daniel Lerario, de São Paulo.Outro grande culpado pelo excesso de peso na infância é o hábito de assistir à televisão. Estudos mostram que os comerciais de alimentos fazem apelo ao consumo de produtos altamente calóricos e pobres nutricionalmente. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, analisou 640 horas de propagandas e correlacionou o resultado com hábitos de mais de 800 alunos entre 7 e 14 anos. Os comerciais de alimentos foram os mais freqüentes, sendo que 60% eram de produtos ricos em gordura, açúcar ou sal. No grupo pesquisado, 24% estavam acima do peso ou eram obesos e 73% assistiam a mais de duas horas de TV por dia. Outro estudo mostrou que crianças acima do peso tendem a dobrar o consumo de alimentos quando são expostas a anúncios de comida na TV. Pesquisadores britânicos da Universidade de Liverpool compararam o consumo de comida em crianças de 9 a 11 anos após anúncios de brinquedos e de alimentos enquanto assistiam a um desenho animado. As mais gordinhas aumentaram a dose em 134%, já as de peso normal, em 84%. A conclusão é que o peso da criança é determinante na hora de decidir o que beliscar enquanto assistem à televisão e que os anúncios têm forte impacto nessa decisão. Mas os especialistas concordam num ponto: o papel dos pais é fundamental para reverter esse cenário.
Um futuro de peso?
Pesquisas sugerem fatores que podem levar à obesidade a partir dos 7 anos:
Excesso na gravidez: mães que engordam muito podem conceber bebês com tendência a ganhar peso
Bebês rechonchudos: os pequenos com peso e altura acima da média entre oito e dezoito meses têm mais tendência à obesidade
No primeiro aniversário: a criança não deve pesar mais do que o triplo do peso ao nascer nem crescer mais do que 25 centímetros
Dobrinhas em excesso: gordura localizada antes dos quatro anos é sinal de alerta
Tal pai, tal filho: a genética pesa, mas pais gordos podem servir como péssimo exemplo
Babá eletrônica: crianças com mais de três anos que passam mais de oito horas por semana assistindo à televisão.

Menstruação irregular pode estar relacionada a risco de doença cardíaca


Mulheres com histórico de ciclos menstruais irregulares podem ter maior risco de desenvolver doença cardíaca, segundo um estudo feito University Medical Center, da Holanda e publicado este mês na revista Fertility and Sterility. Acompanhando, por uma década, mais de 23 mil mulheres, os pesquisadores descobriram que aquelas que apresentaram menstruação irregular no passado eram 28% mais propensas a ter doenças cardíacas do que aquelas que relatavam ciclos menstruais regulares mensais, mesmo que fosse regularmente mais longos (30 ou mais dias) ou sempre mais curtos (26 dias ou menos) que a média. Os pesquisadores destacam que, apesar de os resultados terem demonstrado um risco relativamente mais alto para aquelas com menstruação irregular, a grande maioria dessas mulheres não desenvolveram doença cardíaca durante o estudo. De 4 mil participantes com menstruação irregular, apenas 150 foram diagnosticadas com doença coronariana cardíaca no período. E, entre 17 mil com a menstruação regular (entre 27 e 29 dias), 530 mulheres tiveram a doença.
Saiba Mais
Adapte seu cardápio às variações hormonais
Livre-se da TPM
Ajuste seu treino ao ciclo menstrual
Segundo especialistas, mulheres que apresentam uma condição chamada síndrome dos ovários policísticos - associada à menstruação irregular, ou até falta dela - têm alto risco de doença cardíaca e diabetes tipo 2. Mas o novo estudo mostra que, mesmo sem a doença ovariana, aquelas que apresentam irregularidades na menstruação têm maior risco cardíaco. As razões dessa relação ainda não estão claras, necessitando de mais pesquisas para confirmação. Entretanto, a pesquisa revelou que os níveis hormonais - assim como peso, pressão alta e colesterol alto - não ajudariam a explicar a relação entre menstruação irregular e risco cardíaco.

ACESSIBILIDADE

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O Detran do Rio de Janeiro passou a oferecer no seu site, um curso e um simulado em Libras (Língua Brasileira de Sinais) Acesse o site aqui:

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