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sexta-feira, 1 de julho de 2011

“Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação. Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com onipresença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente. (…) Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade. Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar. (…) Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim. (…) Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.”

Bons convívios são essenciais para um bem-viver. Ainda mais quando se trata de alguém que te acompanhará pela vida inteira.

Saiba escutar, reflita e diga o que for preciso. Não tenha medo de propor novos caminhos, repreender quando for necessário e acima de tudo, cuide... E ame!

Esteja sempre junto e disposto a caminhar de mãos dadas. Olhe, com carinho, afeto e muita atenção. Não o deixe de lado por outras pessoas e muito menos por alguma razão social ou compromissos profissionais; o dinheiro não vale tudo isso...

Espero que entenda e que não o faça muito tarde. É tão comum observar pessoas que só valorizam quando os dias de companhia já estão perto do fim e as mágoas e marcas transpiram por cada poro. Que com você seja outra história, olhe no espelho e reconheça a sua mais longeva e fiel companhia, ela precisa de você (ou de si mesmo, se assim preferir).

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A terapia do luto de mães que perderam filhos!

“Choro, gritos, uma dor incontrolável. Mães de 12 crianças que morreram e de outras 12 que ficaram feridas. Mães que viram nos corredores o corpo de Wellington Menezes, um ex-aluno da Escola Tasso da Silveira, que invadiu o local e atirou aleatoriamente em alunos de duas salas”.


“A morte de um filho pode nos dar uma variação de sensações”


“A gente não tem que ser forte, temos que ser coerentes com o nosso sentimento. Neste momento, a tristeza está aí, e essa é uma fase do luto. Se você se pegar revoltado, com raiva, isso é normal. Não pode sentir culpa”.


“A criança de até oito anos, não tem noção de que a morte é irreversível, então, é normal que elas em um dia acreditem que não verão mais seus irmãos e no outro perguntem por eles”.


A terapia do luto de mães que perderam filhos


- A natureza indica que a forma mais natural é que a morte dos pais seja anterior à do filho.


- Os pais não aceitam uma ordem considerada ilógica.

- Os pais se sentem impotentes e ficam se perguntando se não poderiam ter protegido o filho da morte.

- A base do trabalho terapêutico do luto é:

"autorização para sofrer"

"livrar-se da culpa"

"você pode ser feliz de novo"

A terapia do luto é a expressão livre dos pensamentos e sentimentos a respeito da morte e isso é parte essencial da cura.

Muitas vezes é preciso verbalizar, dizer frases concretas, do tipo

"Permita-se sofrer:

Seu filho morreu.

É permitido chorar",

"Chorar não vai fazer seu filho ficar triste nem atrapalhar o caminho dele",

"Expresse a sua dor abertamente",

"Quando você compartilha seu sofrimento fora de si mesmo, a cura ocorre.

Ignorar a sua dor não irá fazê-la ir embora e falar sobre isso pode fazer você se sentir melhor",

"Permita-se falar de seu coração, e não apenas de sua cabeça.

Isso não significa que você está perdendo o controle ou vai ficar 'louca' e sim uma fase normal do processo de luto",

"Fale com seus outros filhos sobre a morte do irmão e, se tiver vontade, chore com eles".

Pontos importantesA morte de um filho pode resultar em uma variedade de emoções: confusão; desorganização; medo; culpa e raiva.Às vezes, estas emoções se sucedem dentro de um curto período de tempo ou podem ocorrer simultaneamente e, por mais estranho que algumas dessas emoções possa parecer, elas são normais e saudáveis.



domingo, 27 de fevereiro de 2011

Um dia você aprende que...


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, que companhia nem sempre significa segurança, e começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança; aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais, e descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida; aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida, e que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que eles mudam; percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde se está indo, mas se você não sabe para onde está indo qualquer lugar serve. Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se; aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elasdo que com quantos aniversários você celebrou; aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha; aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens; poucas coisas são tão humilhantes... e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando se está com raiva se tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém; algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás, portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores, e você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. Descobre que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A JUSTIÇA QUE NÃO QUEREMOS...!!!!



A Justiça que não queremos é a que propaga injustiça, aquela que dá a cada um o que é seu, dando ao rico a riqueza e ao pobre mais miséria. Refiro-me não só a justiça praticada pelo Poder Judiciário, mas, também, aquela exercida por nós nos atos cotidianos, a tão sonhada Justiça Social.


Estamos cansados de ver todos os dias cenas nos noticiários sobre a lentidão do Judiciário, como ele age, e a quem ele protege. Nos deparamos com quadros acentuados de desigualdades, de um lado o Brasil que possibilita a existência de um dos 10 homens mais ricos do mundo, e do outro milhões de pessoas vivendo em situção de extrema miséria. E o que isso tem a ver com a Justiça que não queremos?


Tais circunstancias revelam como é difícil falar em justiça em um país tão desigual como o nosso. Em um pais tão reprodutor de práticas corruptas, de desperdícios dos mais variados, justiça significa dar a cada um o que é seu, não seu de direito, mas seu na realidade diária. Esse modelo de justiça não produz, como consequência, um Poder Judiciário coerente com as nossas demandas diárias.


Este que seria o guarda dos direitos coletivos, individuais, sociais, parece muitas vezes afastar o que para a maioria parece o certo, o que deve ser resguardado. É esse sistema de justiça que nos desencoraja a ela recorrer cada vez que nossos direitos são violados.

Para quem a ação do Judiciário demora? Não é em todos os casos que ela é morosa ou misteriosa. Ela é para quem não pode por ela pagar, não falo em suborno, ou seja lá como chamam por aí. Entre os custos da Justiça podemos destacar: advogado e custas processuais, e porque não alimentação e transporte?


A justiça não pode ser cega, e tão pouco enxergar só o que é conveniente a uma das partes; é indispensável a ela a utilização de todos os sentidos. Ela deve ser sensível o suficiente para perceber as desigualdades e diferenças daqueles que recorrem a ela, ou daqueles que por ela são julgados.


A JUSTIÇA QUE QUEREMOS!

O Brasil precisa que o sistema judiciário cumpra sua função precípua adotando os seguintes princípios:

- Aplicar a Lei de forma coativa;
- Ser efetiva na manutenção da ordem, moral e justiça;
- Integrar os instrumentos de coação, justiça e cidadania;
- Preservar a paz social;
- Supervisionar os presídios e a execução penal;
- Processar e julgar quem permitir e praticar superpopulação, insalubridade e crimes contra os direitos humanos nas prisões;
- Monitorar os benefícios penais;
- Ser ágil, diligente, supervisora e vigilante;
- Seguir, cumprir e aplicar os dispositivos legais;
- Fortalecer os Tribunais Regionais;- Reduzir a burocracia;
- Coibir decisões alternativas e interpretações pessoais;
- Defender a segurança jurídica e a transparência;
- Aproximar a justiça do cidadão, dos delitos, das polícias, dos presídios e das questões de ordem pública;
- Consolidar a confiança no Poder Judiciário.


A JUSTIÇA QUE NÃO QUEREMOS:

- Aristocrática;
- Benevolente;
- Morosa;
- Fraca;
- Divergente;
- Corporativista;
- Ingênua;
- Interventora;
- Terapeutica;
- Questionadora da Lei;
- Longe da Sociedade;
- Distante da Polícia;
- Dependente da Polícia;
- Ausente nos Presídios;
- Insuficiente de Juizes;
- Alternativa;- Movida por convicções pessoais;
- Desacreditada;
- Descompromissada com a Ordem Pública.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A urgência de viver

Esperamos demais para fazer o que precisa ser feito, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem nenhuma garantia do amanhã.


Esperamos demais para fazer o que precisa ser feito, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem nenhuma garantia do amanhã. Enquanto lamentamos que a vida é curta, agimos como se tivéssemos a nossa disposição um estoque inesgotável de tempo. Esperamos demais para dizer as palavras de perdão que devem ser ditas, para por de lado os rancores que devem ser expulsos, para expressar gratidão, para dar ânimo, para oferecer consolo. Esperamos demais para ser generosos, deixando que a demora diminua a alegria de dar espontaneamente. Esperamos demais para ser pais de nossos filhos pequenos, esquecendo quão curto é o tempo em que eles são pequenos, quão depressa a vida os faz crescer e ir embora. Esperamos demais para dar carinho aos nossos pais, irmãos e amigos. Quem sabe quão logo será tarde demais? Esperamos demais para ler os livros, ouvir as musicas, ver os quadros que estão esperando para alargar nossa mente, enriquecer nosso espírito e expandir nossa alma. Esperamos demais para enunciar as preces que estão esperando para atravessar nossos lábios, para executar as tarefas que estão esperando para serem cumpridas, para demonstrar o amor que talvez não seja mais necessário amanhã. Esperamos demais nos bastidores, quando a vida tem um papel para desempenhar no palco. Deus também está esperando - esperando nós pararmos de esperar. Esperando nós começarmos a fazer agora tudo aquilo o qual este dia e esta vida nos foram dados...




"Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã tratá as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal."

Mateus 6:34


Era com muita dor que aquele homem retirava do guarda roupas um frasco de perfume francês com o qual presenteara sua esposa quando da sua última viagem ao exterior.

Isto, disse ele, é uma das coisas que ela estava guardando para uma ocasião especial.

Bem, acho que agora é a ocasião, falou demonstrando profunda amargura.

Segurou o frasco com carinho e colocou-o na cama junto com os demais objetos que havia separado para levar à funerária.

Olhou consternado para os pertences guardados, fechou a porta do armário, virou-se para os demais familiares que estavam com ele e disse-lhes com voz embargada:


"Nunca guardem nada para uma ocasião especial, já que podemos criar a cada dia uma ocasião muito especial."Independente do valor e do significado dos objetos, muitos de nós temos os nossos guardados para ocasiões especiais.

São as peças presenteadas por ocasião do casamento, roupas adquiridas para esse fim, salas reservadas para essas circunstâncias.

Alguns de nós chegamos a ficar neuróticos só de pensar em deixar os filhos brincar na sala de visitas, pois temos que preservá-la intacta para uma ocasião especial, para receber visitas especiais, como se eles não o fossem.

São todas essas coisas que perdem totalmente o valor quando a ocasião especial é a do funeral de um ente querido.

Um filho que se vai, sem que o tenhamos deixado tomar café naquela xícara rara que herdamos da nossa bisavó.

O esposo que se despede sem poder contemplar a esposa vestindo a lingerie nova que lhe deu de presente no último aniversário de casamento.

No campo dos sentimentos também costumamos fazer as nossas economias para ocasiões especiais.

É aquela frase mágica que estamos guardando para dizer num dia muito especial...

Uma declaração de amor que estamos preparando para dizer quando as circunstâncias forem propícias...

Um gesto de carinho que evitamos hoje, por julgar que a pessoa ainda não está preparada para receber.

Um pedido de perdão que estamos adiando para um dia que nunca chega...

A carta a um amigo que não vemos há tempos, pedindo notícias.

A conversa amistosa com alguém que nos considera um inimigo, a fim de esclarecer dúvidas e resolver pendências, enquanto estamos a caminho, como aconselhou Jesus.

Enfim, pensemos que cada dia, é um dia especial.

Cada hora é uma hora muito especial...

Cada segundo, é um tempo especial para se criar uma ocasião perfeita e fazer tudo o que deve ser feito.

Não vale a pena economizar as coisas boas.

É preciso viver intensamente cada fração de tempo que Deus nos permite estar em contado com as pessoas que nos rodeiam.

As palavras de carinho que deixamos de dizer...

As promessas que deixamos de cumprir...

As flores que deixamos de ofertar...

A mensagem de esperança que não espalhamos...


De tudo isso poderemos nos arrepender amargamente quando, numa ocasião especial, estivermos partindo deste mundo, ou nos despedindo de alguém que parte.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

20 de novembro dia da Consciencia Negra

O Dia da Consciência Negra é uma data para a reflexão de todos nós brasileiros. Durante o período da escravidão, os negros sofreram inúmeras injustiças. E ás custas do seu sofrimento nas senzalas, nos campos e nas cidades, foi erguido tudo o que havia no Brasil daquela época. Os negros resistiram de diversas formas, nas muitas revoltas, fugas e com a formação de quilombos em várias partes do país. Assim, surgiu o Quilombo dos Palmares e o seu sonho de liberdade, que teve como principal líder Zumbi.
Veio a Abolição em 1888, o Brasil mudou e hoje é uma das maiores economias do mundo. No entanto, os negros continuaram em situação de desigualdade, ocupando as funções menos qualificadas no mercado de trabalho, sem acesso às terras ancestralmente ocupadas no campo, e na condição de maiores agentes e vítimas da violência nas periferias das grandes cidades. Sua luta, inspirada em Zumbi e em outros heróis negros que tombaram ao longo do caminho, precisava continuar.
Zumbi foi morto em 20 de novembro de 1695, e seu corpo foi exibido em praça pública para semear o medo entre os escravos e impedir novas revoltas e fugas. Mas o efeito foi oposto, despertando em muitos a consciência de que era preciso lutar contra a escravidão e as desigualdades, como Zumbi ousou fazer. A memória deste herói nacional, no Dia da Consciência Negra, nos compromete com a construção de uma sociedade na qual todos tenham não apenas a igualdade formal dos direitos, mas a igualdade real das oportunidades.

domingo, 14 de novembro de 2010

A MAIS NOBRE PROFISSÃO

Qual será a profissão mais nobre? Quem será mais importante: o médico que salva vidas ou o motorista do coletivo que conduz centenas de passageiros, todos os dias, em segurança?


Qual será a profissão mais nobre? Quem será mais importante: o médico que salva vidas ou o motorista do coletivo que conduz centenas de passageiros, todos os dias, em segurança? Quem terá maiores méritos perante a divindade? O professor que ensina à criança as primeiras letras, descortinando-lhe o mundo encantado do alfabeto ou o professor universitário que prepara os jovens para o mercado de trabalho, para a sociedade, ensinando-lhes com a própria experiência? Analisando as tantas profissões que existem no mundo, conclui-se que nenhuma pode ser descartada.
Ao menos não enquanto vivemos a situação de planeta de provas e expiações. Senão vejamos: o escritor utiliza dos seus recursos e escreve livros que renovam o pensamento do mundo. A sua é a possibilidade de encantar, de proporcionar viagens fantásticas pela imaginação, de utilizar sabedoria, arte e beleza, dentro da vida. Contudo, uma vassoura simples faz a alegria da limpeza. E, sem limpeza, o poeta não consegue trabalhar. As máquinas agrícolas abrem sulcos profundos na terra, revolvendo-a e a preparam para o plantio. Logo mais, as linhas que ela traça no solo transbordarão de milho, arroz, batata, trigo, enchendo os celeiros e as mesas. O marceneiro trabalha com cuidado a madeira e lhe confere formas que cooperam na construção do lar. O pedreiro ergue muros, coloca alicerces para os edifícios grandiosos.
Organiza o seu pensamento e os seus esforços e faz surgir obras fenomenais. Mas por mais belo que seja o edifício, os seus mármores, cristais, tapetes luxuosos, não dispensarão a mão amiga da faxineira que lhes dará brilho. Os magistrados usam a pena e a justiça e sentenciam. Das suas sentenças dependem vidas. Vidas que prosseguirão a ter alegrias ou se encherão de tristezas. Os políticos orientam e governam, elaboram leis e as votam, decidindo o que seja melhor para o povo. Entretanto, todos eles necessitam das mãos hábeis que conduzem as máquinas que lhes tecem as roupas que os defende do frio.
Se os juízes se reúnem nas mesas de paz e justiça, os lavradores e agricultores são os que lhes ofertam os recursos para as refeições. Ninguém suponha que perante Deus, os grandes homens sejam somente aqueles que usam a autoridade intelectual. Que seria da humanidade se de repente não tivéssemos mais cozinheiros, recepcionistas, lavadeiras, arrumadeiras, babás? Que faríamos sem esta gama enorme de servidores da humanidade? Pense nisso Todos somos chamados a servir, na obra do Senhor, de maneira diferente.
Cada trabalhador, em seu campo de ação, pode se considerar honrado pelo bem que possa produzir. Cada empregador ou empregado nos convençamos de que a maior homenagem que podemos prestar ao criador é a correta execução do nosso dever, onde estivermos.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Reflexões!!!



7 modos de enfrentar as dificuldades da vida

Nossa vida é repleta de desafios, dificuldades, mas são essas dificuldades que dão sentido a vida. Isso mesmo, são elas que nos fazem batalhar para alcançar o que desejamos.
No dia de hoje trago uma mensagem que nos da 7 maneiras de enfrentar as dificuldades.


Reflitam!


1. Tenha a convicção de que Deus está no controle de tudo

2. Não tenha medo de situações novas

3. Tire proveito das dificuldades. 4. Não escute palavras de desânimo e dúvida.

5. Lembre-se de que você próprio é a solução.

6. Esteja se fortalecendo interiormente cada manhã.

7. Agradeça a Deus pela oportunidade de lutar e vencer.


"A nossa visão da vida determinará o nosso sucesso ou fracasso. Seja então dos que acreditam, se esforçam e vencem."

Edilson Ramos


Caros amigos! Acredite em você! Tudo que passamos em nossa vida era para ser nosso, as dificuldades que nos são apresentadas estão presentes para nos mostrar que somos capazes de superar, que podemos alcançar o que almejamos. Somos nós que determinamos nosso sucesso. Tenham muita fé, pensem e apliquem as 7 maneiras em sua vida. Vamos enfrentar as dificuldades?


Um forte abraço!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eu te amo... não diz tudo! (Arnaldo Jabor)


Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água.
Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute:
Eu te amo não diz tudo!
"Para conquistarmos algo na vida não é necessário, apenas, força ou talento; é preciso, acima de tudo, ter vivido um grande amor"
(Arnaldo Jabor)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Ser feliz ou ter razão?

Para reflexão...

Oito da noite, numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo e ela consultou no mapa antes de sair.
Ele conduz o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita.
Discutem. percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber:
- Se tinha tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devia ter insistido um pouco mais...
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
Moral da história:
Esse fato foi contado por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não.
Diante disso me pergunto:
'Quero ser feliz ou ter razão?'
E lembrei de um outro pensamento parecido, diz o seguinte:
“Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam."

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Se você ama, diga que ama.


Se você ama, diga que ama. Não tem essa de não precisar dizer porque o outro já sabe. Se sabe, maravilha… mas esse é um conhecimento que nunca está concluído. Pede inúmeras e ternas atualizações. Economizar amor é avareza. Coisa de quem funciona na frequência da escassez. De quem tem medo de gastar sentimento e lhe faltar depois. É terrível viver contando moedinhas de afeto. Há amor suficiente no universo. Pra todo mundo. Não perdemos quando damos: ganhamos junto. Quanto mais a gente faz o amor circular, mas amor a gente tem. Não é lorota. Basta sentir nas interações do dia-a-dia, esse nosso caderno de exercícios.
Se você ama, diga que ama. A gente pode sentir que é amado, mas sempre gosta de ouvir e ouvir e ouvir. É música de qualidade. Tão melodiosa, que muitas vezes, mesmo sem conseguir externar, sentimos uma vontade imensa de pedir: diz de novo? Dizer não dói, não arranca pedaço, requer poucas palavras e pode caber no intervalo entre uma inspiração e outra, sem brecha para se encontrar esconderijo na justificativa de falta de tempo. Sim, dizer, em alguns casos, pode exigir entendimentos prévios com o orgulho, com a bobagem do só-digo-se-o-outro-disser, com a coragem de dissolver uma camada e outra dessas defesas que a gente cria ao longo do caminho e quando percebe mais parecem uma muralha. Essas coisas que, no fim das contas, só servem para nos afastar da vida. De nós mesmos. Do amor.
Se você ama, diga que ama. Diga o seu conforto por saber que aquela vida e a sua vida se olham amorosamente e têm um lugar de encontro. Diga a sua gratidão. O seu contentamento. A festa que acontece em você toda vez que lembra que o outro existe. E se for muito difícil dizer com palavras, diga de outras maneiras que também possam ser ouvidas. Prepare surpresas. Borde delicadezas no tecido às vezes áspero das horas. Reinaugure gestos de companheirismo. Mas não deixe para depois. Depois é um tempo sempre duvidoso. Depois é distante daqui. Depois é sei lá…
* * *
Se você ama, diga que ama. Não tem essa de não precisar dizer porque o outro SUPOSTAMENTE já sabe. Atitude, minha querida. Atitude, meu querido! Demonstrar afeto não mata não, viu? Muito pelo contrário: proporciona um bem-estar sem igual para quem recebe. E vem cá, tem coisa melhor do que amar e extravasar isso? Porque eu costumo dizer que ser amado é muito bom, mas nada supera o infinito prazer de amar. É isso mesmo. AMAR! O amor parte de você. Ter amor de volta é maravilhoso, mas amar sim é realmente extraordinário. Pergunte isso as pessoas que não amam quem as ama; a quem se acomodou tanto ao ponto de dizer “…mas ele me ama tanto, Cirilo…” Sim, ô abestalhada, e você? Ama mesmo ele? -pergunto eu. E ouço um “É…” daqueles “meia-boca”.
Esse post era para ser romântico pura e simplesmente, mas como eu adoro cutucar a ferida, segui por um outro caminho e prefiro terminá-lo assim: Se você ama, diga que ama. Mas se você não ama, SAIA DESSA! Ah, isso é pra ontem, viu. Porque o amor não pode esperar. Principalmente o amor próprio. E este não combina nada com se acomodar em relações mornas.

Você sabe viver sozinho?

“A pior solidão é aquela que se sente quando acompanhado”

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei, se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente. Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesma. Elas estão começando a perceber que se sente fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Flávio Gikovate, psicoterapeuta
* * *
Perfeito! Vivo dizendo isso.
Basicamente, se eu tivesse que escolher duas passagens para que vocês guardassem aí dentro de vocês, seriam elas:
“A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.”
E “A nova forma de amor visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.”
Reflitam.
Tenho tanto sentimento…
Tenho tanto sentimentoQue é freqüente persuadir-meDe que sou sentimental,Mas reconheço, ao medir-me,Que tudo isso é pensamento,Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,Uma vida que é vividaE outra vida que é pensada,E a única vida que temosÉ essa que é divididaEntre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeiraE qual errada, ninguémNos saberá explicar;E vivemos de maneiraQue a vida que a gente temÉ a que tem que pensar.
Fernando Pessoa
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O que seríamos nós sem conflitos internos, sem alternativas a escolher? Dá trabalho ter opções diversas, bem sei, mas que sabor teria a vida sem a liberdade de decidir qual caminho trilhar, qual decisão tomar?
Só sei que vou seguindo assim, pedindo ao Cara lá de cima sabedoria e discernimento para ouvir meu coração, filtrar através da razão, para poder ter paz de espírito e ser feliz então.

Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar

Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamento, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.Uns queriam silêncio; outros, ouvir.Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera; a inferior, julga;a superior, alivia; a inferior, culpa;a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
Chico Xavier
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Pense positivamente.
Nunca deixe que a consciência de suas fraquezas o assuste
Quando me encontrava fazendo o caminho de Roma, um dos quatro caminhos sagrados de minha tradição mágica, dei-me conta – depois de quase vinte dias praticamente sozinho – que estava muito pior do que quando havia começado. Com a solidão, comecei a ter sentimentos mesquinhos, amargos, pequenos.
Procurei a guia do caminho e comentei o fato. Disse que, ao iniciar aquela peregrinação, achei que ia me aproximar-me mais de Deus. Entretanto – depois de tantos dias – estava me sentindo muito pior.
- Você está melhor, não se preocupe – disse ela. – Na verdade, quando acendemos a luz de nossas almas, a primeira coisa que vemos são as teias de aranha e poeira, nossos pontos fracos. Esta é a oportunidade de corrigí-los. Nunca deixe que a consciência de suas fraquezas o assuste.

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